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Desfibrilador salva a vida de jogador
O uso de um Desfibrilador
salvou a vida do jogador Miguel García
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O meia Miguel García, do
Salamanca, sofreu uma parada cardiorrespiratória no
gramado durante jogo contra o Betis, pela Segunda
Divisão do Campeonato Espanhol.
Aos 15 minutos do segundo tempo, o
jogador de 31 anos desmaiou em campo e precisou ser
socorrido pelos médicos dos dois clubes com a utilização
do desfibrilador.
Ele voltou a si após 25 segundos e
foi levado para o Hospital Clínico Universitário, onde
foi submetido a um cateterismo.
Segundo comunicado oficial do
clube, García apresentou "evolução favorável".
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Miguel García cai
em campo após ataque cardíaco |

Equipes médicas começam atendimento imediato
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DESFIBRILADOR - DEA:
O uso de um Desfibrilador salvou
a vida do jogador Miguel García.
De acordo com os médicos das
equipes, as consequências do
acidente poderiam ter sido
piores se o atendimento não
tivesse sido rápido com o uso do
DEA.
"O jogador voltou a viver,
porque esteve morto por 20
segundos. Ao ver que estava em
parada cardíaca, a primeira
coisa que fizemos foi abrir a
via aérea com um tubo.
Uma vez aberta, o ar entrava,
mas ele não respirava. Fizemos
uma massagem cardíaca e tivemos
que utilizar o desfibrilador
duas vezes",
explicou Ignácio Garrido, médico
do Salamanca, ao jornal "El
País".
"Se tivéssemos demorado mais de
três minutos teriam sido
produzidos danos cerebrais pela
falta de atendimento", completou
Tomás Calero, do Bétis, o
primeiro a atender García.
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Recuperação
O estado do jogador
de 31 anos, nesta
segunda-feira 8/11,
é estável
e permanece na
UTI apenas por
precaução.
De acordo com o
clube, os sinais
vitais do jogador
estão “absolutamente
normais”.
Ele deverá
permanecer sob
cuidados intensivos
nos próximos dias,
ainda sem previsão
de alta.
O Salamanca foi
derrotado por 3 a 0
e está na quarta
posição da segunda
divisão do Espanhol.
O Betis lidera.
No Brasil, o
defensor do São
Caetano Serginho
morreu em campo há
seis anos em caso
semelhante dando
início à polêmica
sobre os
desfibriladores.
Segundo
especialistas
ouvidos na época, o
jogador
poderia ter sido
salvo se
tivesse sido
prontamente atendido
com o aparelho, o
que só ocorreu mais
de três minutos após
a parada cardíaca. |

Serginho
do São Caetano
morreu em campo há
seis anos |
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