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Quanto custa uma aventura frustrada para o SAMU
e Bombeiros?
Os
jovens foram localizados com o
auxílio do helicóptero do Corpo de Bombeiros
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Cinco bombeiros, um médico, um enfermeiro e R$ 4 mil a
hora de voo de helicóptero. Este é o custo mínimo de uma
operação de salvamento realizada pelo Corpo de Bombeiros
com auxílio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência
(Samu).
No domingo, 1º, de manhã, a
equipe entrou em ação para resgatar sete jovens a uma
altura de mil metros. Eles não planejaram de maneira
adequada o passeio e enfrentaram uma noite com
temperaturas baixas e chuva.
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Morro do Cambirela, em
Palhoça |
O grupo estava próximo ao topo do Morro do
Cambirela, em Palhoça, na Grande Florianópolis.
Os amigos foram surpreendidos com a chegada da
frente fria na noite de sábado, 31.
De acordo com o capitão do Corpo de
Bombeiros de Florianópolis, Giovanni Kemper, o
resgate foi acionado por um amigo do grupo que
desistiu de passar a noite no topo do Cambirela
e desceu sozinho o morro. Ele ficou preocupado
quando percebeu que os colegas estavam sem sinal
no celular. |
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Os jovens foram
localizados com o
auxílio do
helicóptero Arcanjo,
do Corpo de
Bombeiros, por volta
de 8h30min. As três
meninas desceram na
aeronave e os quatro
rapazes seguiram a
pé.
Ninguém se feriu. "Eles levaram barracas,
mas não contavam com
a chuva e o vento.
Mesmo fechadas, as
barracas encheram de
água. Verificar a
previsão do tempo é
importante quando se
planeja uma trilha
como esta", avisa
Kemper. |

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