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Construção Civil tem reforço de fiscalização
Fiscais do Ministério do Trabalho
intensificam fiscalização e cobram maior preparação do
trabalhador.
Ministério Público apóia,
detecta irregularidades trabalhistas e embarga várias obras.
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Auditores fiscais da
Superintendência do Trabalho e Emprego, em conjunto com
o Ministério Público do Trabalho (MPT), realizaram uma
ação em força-tarefa, com o objetivo de combater
irregularidades trabalhistas no setor da Construção
Civil.
Em dois dias de inspeção, com equipes formadas por dois
auditores fiscais e um procurador do trabalho,
embargaram 14 obras em algumas capitais.
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O
principal motivo para os embargos é a existência
de deficiências de segurança para os
trabalhadores. Falta de proteções coletivas na
periferia das obras e nas escadas, andaimes
irregulares, pontas de vergalhões de aço
desprotegidas e ausência de equipamentos de
proteção individual têm sido as ocorrências mais
encontradas durante força-tarefa.
Na Bahia, a Superintendência Regional do
Trabalho e Emprego (SRTE-BA), em parceria com o
Ministério Público do Trabalho (MPT), iniciou
uma série de operações para averiguar possíveis
irregularidades no ambiente de trabalho no setor
de Construção Civil.
As investigações estão
ocorrendo em todo o Estado e fazem parte das
atividades do Programa Nacional de Combate às
Irregularidades Trabalhistas na Indústria da
Construção Civil.Como
resultado imediato da operação, foram realizados
embargados totais e parciais. Em cinco obras
inspecionadas, 564 trabalhadores foram
diretamente beneficiados com as operações.
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Entre
as principais irregularidades encontradas, havia
falta de proteção contra queda, escadas de
alvenaria sem proteção lateral, guarda-corpo
incompleto em poços de elevadores, transporte
simultâneo de carga e pessoas em elevadores,
ausência de sinalização de risco, vestuário e e
EPI´s danificados, utilização de serra sem
dispositivos de segurança, instalações elétricas
expostas, carência de água potável e ausência de
ambulatório médico, além da falta de
pessoal qualificado em emergências médicas.
De
acordo com o Ministério Público, as operações
irão atingir todo o país daqui pra frente e com
maior regularidade, para tanto, novos fiscais
estão sendo formados. A região sudeste
deverá ser a região onde haverá maior
concentração de operações de
fiscalização.
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